11 de set. de 2012

Nem todas as rosas são só espinhos!


   Acho que estou brincando de cassa tempo. Já sei, não entendeu né?! Vou tentar explicar!

   Bom o tempo me lembra: Deitar na grama olhar estrelas, ler um poema, cantar  olhando nos olhos, dormir na areia da praia depois de cansar das palavras, escrever nomes na árvore , inventar  uma comida, sentir o vento e rir do sono. Me lembra longas e pequenas viagens,  danças descontroladas, caretas inesperadas, palavras fortes, brigas construtivas, sentimento de culpa, lembra a lua, os passos, as mãos. Me lembra do cheiro que fica depois de um domingo preguiçoso, do espaço e dos devaneios quando o pensamento está longe, lembra da música que tocava antes e que volta a tocar de novo, dos colapsos e embriagues que a surpresa pode causar na sua mente completamente perdida. Lembra que o tempo surpreende qualquer razão e ciência, e que a vida vai além de pequenas metáforas criadas para proteger a solidão da felicidade. 
     O tempo me ensina: A ser menos orgulhosa, fazer o que me faz bem e o que eu quero, dançar até não aguentar mais, passar batom vermelho e borrar ele todo, cantar os lábios de quem me é importante, a sentir intensamente, me ensina que rir é sempre o melhor remédio, e que sim, nós aprendemos com os mais velhos, me ensina que a família é importante e que tenho que construir laços duradouros,  nem todas as rosas são só espinhos! Me ensina que se eu não quiser não vai acontecer, e que o destino é complexamente instigante e pode te surpreender quando você menos esperar.

     O tempo me lembra duma nova paixão!